Contemplação ou patrimônio? O que deve orientar a estratégia ao contratar um consórcio

Contemplação ou patrimônio? O que deve orientar a estratégia ao contratar um consórcio

A contemplação costuma concentrar grande parte da expectativa de quem entra em um consórcio. Sorteio, lance e prazo até o acesso à carta, por vezes, se tornam o centro das conversas. No entanto, chegar a esse momento é resultado de um planejamento prévio.

Antes de pensar em quando o valor estará disponível, é preciso definir qual é o objetivo da carta, quais possibilidades fazem sentido para aquele projeto e como essa decisão se encaixa no orçamento e no patrimônio.

Dessa forma, o foco deixa de estar na urgência pela contemplação imediata e passa para o objetivo que levou à contratação da modalidade.

Para Anderson Santos, especialista em consórcios da Center Inc., concentrar toda a decisão na contemplação aumenta o risco de frustração. “Quando o cliente entra pensando apenas na contemplação, ele corre o risco de ignorar todo o restante da estratégia. O consórcio precisa fazer sentido para o orçamento, para o prazo e para o objetivo dele. Se o foco estiver só em contemplar, ele pode se frustrar por não conseguir isso no tempo que imaginava ou acabar acreditando em promessas que não podem ser garantidas. Por isso, o planejamento precisa vir antes”, explica.

A estratégia vem antes da contemplação

Compra para moradia, aquisição de um imóvel para geração de renda ou expansão patrimonial exigem estruturas diferentes. Valor da carta, prazo, parcela e estratégia de lance precisam estar conectados ao objetivo definido desde o início do projeto.

O lance, por exemplo, não deve ser analisado apenas como uma forma de antecipar a contemplação. Ele precisa fazer parte do planejamento como um todo, considerando quanto capital pode ser utilizado sem comprometer a liquidez e outros objetivos financeiros.

É por isso que, antes de apresentar uma estrutura de consórcio, Santos afirma começar pela realidade financeira de cada cliente. “Sempre começamos pelo diagnóstico. Procuramos entender quanto o cliente ganha, quanto gasta, quanto consegue comprometer com tranquilidade e qual é o objetivo dele. Depois desse diagnóstico, estruturamos o plano e só então mostramos como prazo e contemplação podem funcionar dentro daquela realidade”, afirma.

Objetivos diferentes exigem estruturas diferentes

Esse alinhamento também ajuda a definir se o consórcio realmente faz sentido para a necessidade apresentada. Um cliente que precisa realizar uma compra em poucos meses, por exemplo, pode ter uma realidade diferente de alguém que possui mais tempo para estruturar essa aquisição.

“Quando isso fica claro desde o início, a expectativa deixa de estar apenas na contemplação e passa a estar no caminho completo até o objetivo”, completa Santos.

Ao definir previamente essa estrutura, a contemplação deixa de ser tratada como o objetivo principal e passa a ser uma etapa dentro de um planejamento maior.

O objetivo não deve ser simplesmente acessar o valor da carta, mas saber qual papel ele terá dentro do projeto quando estiver disponível. É essa definição, construída entre especialista e cliente, que orienta decisões como prazo, parcela, possibilidade de lance e a própria utilização do recurso.

 

Por: Assessoria de Comunicação Center Inc.

 

 

 

 

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