A Master Clínica acaba de protagonizar um marco histórico para a saúde infantil no Paraná: lançou o primeiro serviço de cirurgia robótica urológica infantil do estado, em parceria com o São Lucas Hospital Center, em Cascavel. A iniciativa coloca a região Oeste no radar nacional da medicina de alta complexidade, com um procedimento ainda raro no Brasil, realizado hoje por menos de dez instituições no país.
Com essa conquista, a Master Clínica reafirma sua liderança em inovação tecnológica e compromisso com a excelência médica, ao se tornar pioneira também na oferta rotineira de cirurgia robótica em crianças.
Tecnologia de ponta a serviço da infância
Foram realizadas quatro cirurgias robóticas infantis no São Lucas Hospital Center, conduzidas por uma equipe de especialistas em urologia pediátrica da Master Clínica, liderada pelo Dr. Milton Tanaka, urologista da Master Clínica, de renome nacional, pioneiro em cirurgia robótica no Brasil, com formação nos EUA.
Três pacientes passaram por pieloplastia (reconstrução da junção entre o ureter e a pelve renal) e uma criança de cinco anos foi submetida a uma nefrectomia (remoção de rim e ureter devido a um rim não funcional).
“Realizar as primeiras cirurgias robóticas em crianças foi um feito magnífico, espetacular. Um avanço impressionante para uma cidade do interior, como Cascavel. Que, em menos de dois anos, após a instalação da sua plataforma robótica, já alcança um nível de maturidade capaz de expandir esse recurso para outras especialidades, como a urologia pediátrica”, destaca Dr. Milton Tanaka.
Por que a cirurgia robótica faz diferença para as crianças?
O uso do robô Da Vinci na urologia pediátrica representa um salto significativo na segurança e na precisão dos procedimentos. A tecnologia proporciona visão tridimensional em alta definição, filtra tremores, escala os movimentos do cirurgião e permite manobras muito mais delicadas, o que é essencial em pacientes com estruturas anatômicas menores e mais sensíveis.
“Diferentemente do que muitos pensam, o robô não opera sozinho. Ele amplifica a habilidade do cirurgião, com movimentos suaves e seguros. Em crianças, esse nível de controle é crucial para evitar complicações e garantir uma recuperação mais rápida”, explica o Dr. Alex Tanaka.
